Project Unbreakable was created in October of 2011 by Grace Brown. Grace works with survivors of sexual assault, photographing them holding a poster with a quote from their attacker. Grace has photographed over four hundred people and has received over a thousand submissions. TIME magazine has also named it one of the top 30 Tumblr blogs to follow.

 “I have come to believe over and over again that what is most important to me must be spoken, made verbal and shared, even at the risk of having it bruised or misunderstood.” ― Audre Lorde

PROJETO MOSTRA VÍTIMAS DE ABUSOS SEXUAIS SEGURANDO FRASES DITAS PELO VIOLENTADOR

“Só vai levar 10 minutos”
A última coisa que eu lembro dele dizendo

“Você é um pedaço de merda”
Ouvi do meu pai quando eu tinha 11 anos

Difícil acreditar, mas ainda nos dias de hoje, há pessoas que acham que vítimas de abuso sexual tiveram algum tipo de culpa por terem sido molestadas. Pra quebrar esse paradigma que torna a vida das vítimas ainda mais difícil, a fotógrafa Grace Brown iniciou em 2011 o Projeto Unbreakable (
http://projectunbreakable.tumblr.com/), no qual sobreviventes de abusos sexuais são fotografadas segurando uma frase do violentador.

Até hoje, ela já fotografou mais de 400 pessoas, e diz ter recebido milhares de emails de vítimas que decidiram se expor com coragem, como forma de enfrentar o passado de frente e alertar para esse problema lamentável que ainda é muito recorrente na nossa sociedade atual. O projeto é forte e impactante, mas tem um papel importante para aumentar o diálogo na sociedade sobre esse tema. Veja algumas fotos do projeto:
http://www.hypeness.com.br/2013/05/projeto-mostra-vitimas-de-abusos-sexuais-segurando-frases-ditas-pelo-abusador/

Source: projectunbreakable

[09.05] [SSEX BBOX] sexualidade fora da caixa!
em Sao Paulo at CineClube Socioambiental Crisantempo
CONVERSA com o Cartunista Laerte Coutinho & o Psicólogo João W. Nery o 1o trans homem Brasileiro.
photo by: Felipe Lisboa Castro
  & Denis Modesto— at Cineclube Socioambiental Crisantempo.

Após o pedido realizado pelo deputado federal Jean Wyllys, o Partido Socialismo e Liberdade e a ARPEN-RJ, o Conselho Nacional da Justiça aprovou hoje – 14/05/2013 – decisão pela qual o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo passa a ser legal em todo o Brasil, como já era em treze estados e no DF. Os cartórios de todo o país passam, portanto, a realizar tanto a conversão de união estável em casamento quanto o a habilitação direta para o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

Após o pedido realizado pelo deputado federal Jean Wyllys, o Partido Socialismo e Liberdade e a ARPEN-RJ, o Conselho Nacional da Justiça aprovou hoje – 14/05/2013 – decisão pela qual o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo passa a ser legal em todo o Brasil, como já era em treze estados e no DF. Os cartórios de todo o país passam, portanto, a realizar tanto a conversão de união estável em casamento quanto o a habilitação direta para o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

MAKING OFF
Cartunista Laerte Coutinho em entrevista para [SSEX BBOX] em

São Paulo.
fotos por: Adriana Moncorvo.

Many Thanks to:
Agustin Oroz
Bruno Filellini
Victor Sá

We say REVOLUTION

di BEATRIZ PRECIADO

It seems that the old gurus of colonial Europe are bent on wanting to explain to the activists of the Occupy, Indignados, dis-trans-queer-lesbian-intersex and post-porn movements that we cannot be revolutionary because we have no ideology. They say ‘ideology’ exactly like my mother said ‘husband’. Well, we need neither ideologies nor husbands. We, new feminists, need no husbands because we are not women. We need no ideologies because we are not a people. Neither communism not liberalism, No catho-muslim-jewish refrain. We speak another language. They say representation. We say experimentation. They say identity. We say multitude. They say patrol the banlieues. We say, mestizise the city. They say debt. We say sexual cooperation and somatic interdependence. They say human capital. We say multi-species alliance. They say horsemeat. We say let’s ride horses to escape the global slaughter together. They say power. We say potential. They say integration. We say open source, they say man-woman, White-Black, human-animal, homosexual-heterosexual, Israel-Palestine. We say do you know that your apparatus of truth production no longer works? How many Galileos will take, this time, to get us to re-learn to name things and ourselves? They wage an economic war on us by swinging their neoliberal, digital machetes. But we are not going to mourn the end of the Welfare State – since the Welfare State was also the psychiatric hospital, the centre for the integration of the disabled, the prison, the patriarchal-colonial heterocentric school. It’s time to put Foucault on a dis-queer diet and to write the Death of the Clinic. It’s time to invite Marx to an eco-sexual workshop. We cannot play the card of the disciplinary State against the neoliberal market. Both have already made a deal: in the new Europe, the market is the only reason of government whose only function is now to recreate the fiction of national identity on the basis of securitarian fear. We do not want to be defined either as cognitive workers or pharmacopornographic consumers. We are neither Facebook, nor Shell, nor Nestlé, nor Pfizer-Wyeth. We do not want to produce either French or European. We are the living, decentralized network. We reject a citizenship defined by our power of production or reproduction, we want a total citizenship defined by the sharing of techniques, fluids, seeds, water, knowledge…. They say that the new clean war will be waged with drones. We want to make love with drones. Our insurrection is peace, total affect. They say crisis. We say revolution.

(Translation Tiziana Terranova)

Nós dizemos REVOLUÇÃO

Por Beatriz Preciado | Trad.: Bárbara Szaniecki

 

Parece que os gurus da velha Europa se obstinam ultimamente a querer explicar aos ativistas dos movimentos Occupy, Indignados, handi-trans-gays-lésbicas-intersex e postporn que não poderemos fazer a revolução porque não temos uma ideologia. Eles dizem “uma ideologia” como minha mãe dizia “um marido”. Pois bem, não precisamos nem de ideologia nem de marido. As novas feministas, não precisamos de marido porque não somos mulheres. Assim como não precisamos de ideologia porque não somos um povo. Nem comunismo nem liberalismo. Nem o refrão católico-muçulmuno-judeu. Falamos uma outra linguagem. Eles dizem representação. Nós dizemos experimentação. Eles dizem identidade. Nós dizemos multidão. Eles dizem controlar a periferia. Nós dizemos mestiçar a cidade. Eles dizem dívida. Nós dizemos cooperação sexual e interdependência somática. Eles dizem capital humano. Nós dizemos aliança multi-espécies. Eles dizem carne de cavalo nos nossos pratos. Nós dizemos montemos nos cavalos para fugir juntos do abatedouro global. Eles dizem poder. Nós dizemos potência. Eles dizem integração. Nós dizemos código aberto. Eles dizem homem-mulher, Branco-Negro, humano-animal, homossexual-heterossexual, Israel-Palestina. Nós dizemos você sabe que teu aparelho de produção de verdade já não funciona mais… Quanto de Galileu precisaremos desta vez para re-aprender a nomear as coisas, nós mesmos? Eles nos fazem a guerra econômica a golpe de facão digital neo-liberal. Mas nós não choraremos a morte do Estado-providência, porque o Estado-providência era também o hospital psiquiátrico, o centro de inserção das pessoas com deficiência, a prisão, a escola patriarcal-colonial-heterocentrada. Está na hora de pôr Foucault na dieta handi-queer e de escrever a morte da Clínica. Está na hora de convidar Marx para um ateliê eco-sexual. Não vamos adotar o estado disciplinar contra o mercado neoliberal. Esses dois já travaram um acordo: na nova Europa, o mercado é a única razão governamental, o Estado se tornou o braço punitivo cuja única função será aquela de re-criar a ficção da identidade nacional por meio do medo securitário. Nós não desejamos nos definir como trabalhadores cognitivos nem como consumidores farmacopornográficos. Nós não somos Facebook, nem Shell, nem Nestlé, nem Pfizer-Wyeth. Não desejamos produzir francês, e tampouco europeu. Não desejamos produzir. Nós somos a rede viva decentralizada. Nós recusamos uma cidadania definida por nossa força de produção ou nossa força de reprodução. Nós queremos uma cidadania total definida pelo compartilhamento das técnicas, dos fluidos, das sementes, da água, dos saberes… Eles dizem que a guerra limpa se fará com drones. Nós queremos fazer amor com os drones. Nossa insurreição é a paz, o afeto total. Eles dizem crise, nós dizemos revolução.

Um Nu honesto!Já sonhou em posar nua?  Sei lá acho que uma ‘boa’ parte das mulheres já ao menos pensaram nessa possibilidade, eu assumo que já pensei, mas dai acabei me vendo nua e desisti…. mas e se… as suas imperfeições fossem o destaque desse ensaio? Não de uma forma ruim, mas sim muito boa e até didática, o fotógrafo de Minneapolis (EUA) Matt Blum, faz fotografias do que ele chama de ‘Nu Honesto’, ou seja, sem maquiagem e sem glamour.http://vieacheituacara.wordpress.com/2013/04/08/um-nu-honesto/

Um Nu honesto!
Já sonhou em posar nua?  Sei lá acho que uma ‘boa’ parte das mulheres já ao menos pensaram nessa possibilidade, eu assumo que já pensei, mas dai acabei me vendo nua e desisti…. mas e se… as suas imperfeições fossem o destaque desse ensaio? Não de uma forma ruim, mas sim muito boa e até didática, o fotógrafo de Minneapolis (EUA) Matt Blum, faz fotografias do que ele chama de ‘Nu Honesto’, ou seja, sem maquiagem e sem glamour.

http://vieacheituacara.wordpress.com/2013/04/08/um-nu-honesto/

[SSEX BBOX] com Jean Wyllys - part II from SSEX BBOX on Vimeo.

[SSEX BBOX] Com o Deputado Federal, Jornalista, Escritor & Ativista Social Jean Wyllys.
Jean fala sobre o política, movimento e comunidade sexo diversa.

[SSEX BBOX] with Dr. Liam Snowdon from SSEX BBOX on Vimeo.

POLYAMORY - Think about asking for what we really want!
DR. LIAM ‘CAPTAIN’ SNOWDON, MD - SAN FRANCISCO
Sex Educator, Sex-Positive Activist & Founder of the SPARC
(Sex Positive Art & Resource Center)

[SSEX BBOX] com Jean Wyllys

[SSEX BBOX] Com o Deputado Federal, Jornalista, Escritor & Ativista Social Jean Wyllys.
Jean fala sobre o principio dominador masculino, sociedade patriarcal, religião, política e sexualidade.



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[SSEX  BBOX] Magazine is the tangible manifestation of the [SSEX BBOX] web documentary series.http://ssexbbox.bigcartel.com/product/digital-ssex-bbox-magazine-issue-2

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[SSEX BBOX] no FESTIVAL O Curta O Gênero 2013.
http://issuu.com/regyslima/docs/cog2013videos?mode=window

8 DE MARÇO
[SSEX BBOX] CRIANÇAS E SEXUALIDADE
Nós exploramos o tabu cultural; sexualidade infantil. Vamos falar sobre a masturbação das crianças, as reações dos pais e da culpa e da vergonha junto com ele. [SSEX BBOX] Sexualidade fora da caixa” e a primeira serie documental que explora a sexualidade com intuído de uma mudança social. [SSEX BBOX] é uma web - serie documental de justiça social que procura criar consciência sexual em varias partes do mundo. Levando os espectadores em uma turnê por São Paulo, San Francisco, Berlim e Barcelona, ​​[SSEX BBOX] revela as muitas faces da sexualidade a nível internacional, e explora suas colisões com a censura e as fronteiras cívicas.

9 DE MARÇO
[SSEX BBOX] COMPLEXIDADE DOS GÊNEROS

Decolar para uma viagem através do espectro de gênero em toda a sua belaza e complexidade. Aqui [SSEX BBOX] examina a diferença entre sexo, papéis de gênero, identidade de gênero e orientação sexual. O que significa ser uma mulher, um homem, nem um nem outro, ou ambos? Identidade! “Nós também examinamos o desafio de encontrar pronomes de gênero neutro em línguas latinas que usam rótulos masculinos e femininos para tudo! Vamos conversar e ver onde chegamos…

DIVA - Berlin

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FUCK FOR FOREST IN BERLIN
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SSEX BBOX is: 1. internet documentary series about sexuality, 2. [SSEX BBOX] Magazine is the tangible manifestation of the [SSEX BBOX] web documentary series. The project consists in revealing some of the various sides of sexuality in our days. In different societies and cities like SÃO PAULO, BARCELONA, BERLIN AND SAN FRANCISCO. Contact: ssexbbox@gmail.com




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